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Absorventes com dioxina?

Lenda

Alerta às mulheres: absorventes íntimos

Mensagens contendo o alerta.

Versão brasileira.

 

INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA MULHERES (mas interessa a todos!)

Da próxima vez, cheque as embalagens dos absorventes e tampaxes que você for comprar, e veja se consegue identificar ali qualquer uma das características comentadas aqui nesse texto. Não é surpresa que tantas mulheres sofram de câncer cervical e tumores no útero. Ugh!

Então, por favor, passe essas informações que se seguem para o maior número possível de mulheres! Isto não é um abaixo-assinado, e sim uma gama importantíssima de informações.

Se você usa absorventes externos (os "modess"), mas especialmente se você usa tampões (os "tampaxes" da vida), leia isto e passe adiante para suas amigas (para os homens que receberam este texto, por favor passe-o para amigas, irmãs, mães, filhas, etc.). Obrigada!

Você já ouviu falar que os fabricantes de tampões utilizam absestos (variedade de amianto) na sua fabricação? E por que fariam isso? Porque absestos a fazem sangrar mais do que o normal. E se você sangra mais, vai comprar mais.

E por quê isso não é contra a lei se é tão perigoso? Porque os poderes vigentes responsáveis pela saúde da população, em toda sua "sabedoria", afirmam que, a partir do momento em que os tampões não são ingeridos, essa substância inclusa neles não é considerada ilegal ou perigosa.

Uma mulher que está recentemente fazendo doutorado na Universidade do Colorado, Boulder, mandou a seguinte mensagem:

"Escrevo isto porque as mulheres não estão sendo informadas sobre os perigos de algo que muitas de nós utiliza - tampões. Neste mês, durante as aulas, estou me informando muito sobre a mulher e sobre biologia, inclusive bastante coisa sobre higiene feminina.

Recentemente aprendemos que os tampões são na verdade bastante perigosos (por outras razões à parte da Síndrome do Choque Tóxico). Eles contém duas substância potencialmente perigosas: as fibras de Rayon (para absorvência), e a dioxina (um produto químico derivado do cloro, usado para tingimento).

As indústrias de tampões estão certas de que nós, sendo mulheres, precisamos de produtos alvos e tingidos - para dar-nos uma impressão de que são 'puros' e 'limpos'.

O problema é que a dioxina produzida no processo de tingimento pode gerar problemas graves à mulher. A dioxina é potencialmente cancerígena, sendo também tóxica aos sistemas reprodutivo e imunológico.

Ela foi também conectada ao aparecimento da endometriose e baixa contagem de espermatozóides, nos homens. Para ambos, ela atinge o sistema imunológico.

Setembro passado, a Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA) comunicou que realmente não foi estabelecido um nível "aceitável" de exposição à dioxina, já que ela tem efeito cumulativo e demora para desintegrar-se; portanto, o grande perigo está na exposição repetida à essa substância ("Pulling the Plug on the Tampon Industry", Karen Houppert).

Eu diria que usar de 4 a 5 tampões por dia, 5 dias por mês, durante 38 anos de menstruação, é "exposição repetida", não é?

As fibras de Rayon contribuem para o aumento dos perigos dos tampões e da dioxina por ser uma substância altamente absorvente. Portanto, quando algumas de suas fibras são deixadas pra trás dentro da vagina quando o tampão é retirado (como normalmente acontece), é criado um ambiente propício para que a dioxina se desenvolva propriamente. Além disso, a fibra fica lá por muito mais tempo do que ficaria com tampões feitos somente de algodão. Essa é uma das razões para a ocorrência da Síndrome do Choque Tóxico (informações sobre esta grave doença estão nos panfletos explicativos dos tampões).

Outro fator relacionado ao poder de absorção das fibras de rayon é o fato do tampax em si absorver, além do sangue menstrual, 90% das secreções naturais e necessárias à vagina, desequilibrando, assim, seu PH".

Além disso, essa dioxina (derivada do cloro!) danifica diretamente o meio-ambiente e a vida silvestre, já que demora tanto tempo para se desintegrar. Sem contar que os produtos de higiene feminina têm um monte de embrulhos desnecessários, gerando quantidades absurdas de lixo que nosso país não recicla (como nós todos sabemos).

Durante a vida, uma mulher normal usa aproximadamente 10.000 tampões/'modess'. A maioria contém plástico e não biodegrada, demorando décadas para se desfazer.

Além de tudo isso, imagine o quanto dinheiro você dá, durante toda a sua vida menstrual, para estas empresas, o quanto você gasta e que poderia estar economizando.

A IDÉIA DE PRODUTOS DESCARTÁVEIS É LUCRATIVA.

Assim como vemos milhões de garrafas descartáveis boiando pelos nossos rios, existem bilhões de absorventes descartáveis pelos lixões afora, gerando uma poluição igualmente absurda, e um lucro enorme para fabricantes sem escrúpulos.

QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS?

-Usar produtos de higiene feminina que não são tingidos e são feitos de puro algodão. Outros produtos femininos (como os "modess" e protetores de calcinha) também são tingidos, mas não oferecem tanto perigo já que não ficam em contato direto com a vagina. Mesmo assim, é preciso que exijamos dos fabricantes produtos sem tingimento, porque não precisamos disso.

Em 1989, ativistas ingleses fizeram uma campanha contra o tingimento com cloro. Seis semanas e 50.000 cartas depois, os fabricantes de produtos sanitários adotaram então o tingimento com cloro por tingimento com oxigênio (um dos métodos ecológicos disponíveis). (MS Magazine, Maio/Junho 1995)

- Converse com as lojas locais de produtos orgânicos e tente fazer um acordo com eles para que vendam/importem produtos orgânicos de higiene feminina.

- Esponjas-do-mar têm sido usadas durante séculos, e podem ser usadas hoje também porque além de serem naturais, podem ser lavadas, por isso não produzem tanto lixo. Têm em qualquer farmácia, é só mergulhar em água fervente para esterilizar.

- Existe um produto chamado "The Keeper", ao qual um número cada vez maior de mulheres está aderindo, em muitos países. Trata-se de uma espécie de copinho de borracha natural bem macia que é inserido na vagina igual a um tampax. A diferença é que você pode usar o mesmo Keeper por 10 anos (imagina a grana que você economizaria não precisando mais comprar toda aquela parafernália todo mês, além de não produzir lixo algum), além da borracha natural não causar absolutamente nenhum dano ao corpo da mulher (não absorve nenhum fluído natural da vagina). Infelizmente ele ainda só está disponível para nós através da internet, sob o endereço de www.keeper.com, e tem um preço meio salgadinho (quase $80, mas é um investimento para 10 anos!).

- Resta a nós trocarmos idéias e descobrir uma maneira de pedirmos, talvez, vários desses para vender por aqui para aquelas que não têm acesso à net, ou propôr que nossos fabricantes de borracha façam um modelo à altura a preços mais acessíveis, afinal somos um dos líderes mundiais na produção de borracha, não é?

- Você pode inventar seus próprios absorventes laváveis, feitos de pano costurado com plástico de fralda, aquele resistente, e usar enquanto estiver dentro de casa. Troque idéias com suas amigas, ache alguém que sabe costurar, torne-o disponível a outras mulheres...

- Converse sobre os problemas relacionados aos tampaxes/ modess com suas amigas, irmãs, vizinhas, colegas de classe. Os fabricantes de produtos de higiene feminina não são obrigadas (claro) a nos fornecer essas informações (qual seria o interesse deles em faze-lo, não é mesmo?), no entanto elas são reais e devem ser discutidas, e este é o primeiro passo.

- Existe um site (em inglês) que compila links e informações, portanto, se você quiser saber mais, visite-o: www.bloodsisters.org, ou escrevam para marisalange@hotmail.com (em inglês).

(Estas informações foram compiladas, traduzidas e complementadas por igargiulo@icqmail.com; escrevam-me se encontrarem mais links relacionados ao assunto ou novas informações pertinentes. Vamos nos comunicar!

Este é o primeiro passo!)

Versão portuguesa.

ALERTA PARA TODAS AS MULHERES "

Todas as mulheres devem ficar a saber:

Verifica as etiquetas dos pensos higiénicos ou dos tampões e vê se encontras alguma semelhança com o que vai ser descrito neste mail.

Pelo que vais ver neste e-mail, não é de estranhar que muitas mulheres do mundo sofram de cancro cervical e de túmores no útero.

Sabias que os fabricantes incluem amianto no fabrico dos tampões?

Porque o fazem? Porque o amianto faz com que sangres mais e, ao sangrares mais, vais utilizar mais tampões.

Porque é que isto não é contra a lei, se o amianto é tão perigoso? Porque os que criaram o amianto, apenas consideraram que esta substância não seria ingerida, o que seria ilegal ou considerado perigoso. No entanto, não foi analisado que tal tipo de produto (amianto) iria entrar em contacto com o corpo.

Uma mulher da Universidade do Colorado escreveu o seguinte:

"Escrevo esta carta porque as mulheres não estão a ser informadas sobre os perigos que acarreta o uso dos tampões. Tenho aprendido muito sobre a biologia da mulher, incluindo a higiene feminina.

Recentemente, estudou-se que os tampões são actualmente perigosos, e não é só por conduzirem ao famoso síndroma de choque tóxico. Digo-lhes isto depois de verificar que a maioria das mulheres nos EUA sentem-se magoadas e enojadas com a indústria dos tampões, e eu sou uma delas e vou fazer algo acerca disto. (...)

Isto é o que acontece:

Os tampões contêm duas coisas que são potencialmente prejudiciais: o Rayon (bom para a absorção) e o Dioxin (um químico utilizado para branquear).

A indústria dos tampões está convencida que nós, como mulheres, necessitamos de ver produtos brancos para vê-los como puros e limpos. O problema aqui é que o Dioxin, neste processo de branqueamento, causa graves problemas para uma mulher.

O Dioxin é potencialmente cancerígeno, tóxico para os sistemas reprodutivos e também foi associado à endometriose (uma doença associada à infertilidade e às dores durante as relações sexuais - para ver mais sobre esta doença consultem o site http://www.gineco.com.br/ endometr.htm) e a problemas que afectam o sistema imunológico.

Em Setembro do ano passado, a Agência de Protecção para o Meio Ambiente relatou que realmente não é aceitável o nível de exposição ao Dioxin e a sua lentidão em desintegrar-se.

Eu digo que, usando cerca de 4 ou 5 tampões por dia, cinco dias num mês, durante 38 anos de menstruações, é um alto risco repetido, não acham?

O material chamado Rayon contribui para tornar os tampões ainda mais perigosos, pois é uma substância altamente absorvente. Quando as fibras dos tampões ficam no interior da vagina (o que ocorre normalmente) cria-se um terreno de reprodução do Dioxin. Esta é também a razão porque ocorre o síndroma de choque tóxico.

Quais são as alternativas? Usando produtos de higiene feminina que não tenham sido branqueados e que sejam somente de algodão. Outros produtos de higiene feminina, como os pensos higiénicos, também contêm Dioxin, mas não são tão perigosos porque não entram em contacto directo com a vagina.

É preciso que os pensos deixem de ser branqueados, é certo, mas mesmo assim, os tampões são os mais prejudiciais.

Então, em primeiro lugar, se for possível, deixa de usar tampões deste tipo. Que alternativas tens se não podes deixar de usar os tampões ou se estás habituada a usá-los? Usa tampões que sejam fabricados em 100% algodão, que digam UNBLEACHED (ou seja, que não tenham passado pelo processo de branqueamento).

Infelizmente, são poucas as empresas que fabricam estes tampões seguros. Eles encontram-se, normalmente, em empresas de produtos naturais e de saúde. Países de todo o mundo (Suiça, Alemanha, Canadá, etc.) estabeleceram um acordo para fabricar estes tampões seguros, apesar dos EUA terem decidido manter no silêncio a existência destas empresas e deste tipo de produtos."

(...)

Por favor, fala sobre isto com outras mulheres e escreve para as empresas que fabricam os tampões - Tampax ( e todas as outras marcas associadas), Playtex, O. B., Kotex...

Fá-las saber que as mulheres preferem TAMPÕES 100% ALGODÃO E SEM QUALQUER PRODUTO DE BRANQUEAMENTO."

Agora que já leram, façam o que bem entenderem.

Outra versão brasileira.

Versão de novembro de 2006.

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