Lendas e folclore da Internet. As pulhas virtuais.

Gevilacio Aguiar Coelho de Moura
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A borra de café no combate ao Aedes aegypti e à dengue.
Não é lenda, mas veja a dosagem.

Larvas do Aedes Aegypti

Chega o verão, é tempo de praia, de férias e de epidemia de dengue. Isso vem se repetindo há alguns anos e as áreas de saúde do governo, ou dos governos, parecem apreciar tudo isso como se nada tivesse a ver com o assunto: a epidemia de dengue. Anual e mortal.

Segundo o Jornal do Commercio (Recife), no Brasil foram registrados exatos 736.341 casos de dengue clássica de janeiro a outubro de 2002. A forma hemorrágica da doença atingiu 2.279 pessoas e matou 134 delas.

Não há dúvida de que o número real de casos, de mortes e de pessoas contaminadas, é muitas vezes superior, uma vez que muita gente não vai a um posto de saúde ou hospital para se tratar.

Em todos os recantos do Brasil repetiu-se a mesma coisa, pelo menos no que diz respeito à ausência de ações preventivas dos governos.

Mas, como é que se diz: o dengue ou a dengue?

Não importa. Esqueça a gramática. Pode matar da mesma maneira.

O ciclo de contaminação inicia-se com uma picada.

A transmissão se dá pela picada do mosquito Aedes aegypti que ficou infectado porque picou uma pessoa doente. Esse mosquito infectado, picando uma pessoa sadia, passa o vírus da dengue e esta pessoa fica doente. (1)

Para quebrar essa corrente e interromper o ciclo há que se exterminar o mosquito.

No início de 2002, enquanto grassava a epidemia anual de dengue, circulou mensagem recomendando usar borra de café no combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti.

Segundo a mensagem, cientista paulista

... descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes Aegypti.

 

Para interromper o ciclo de reprodução, ela recomenda colocar

... duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água...

Duas colheres do pó produzem cerca de meio litro de café, dependendo da preferência de cada um: mais forte, mais pó. Mais fraco, menos pó.

Portanto, ao fazer um litro de café usam-se cerca de quatro colheres de sopa e o pó resultante do processo dá para preparar uma mistura capaz de encher um copo.

No final das contas, a finalidade da mistura é eliminar a (quase) pureza da água que se acumula em vasos de plantas e na qual se reproduz o temível mosquito. Dizem os especialistas, que o mosquito, ou melhor, "a mosquita", pois é ela quem contamina as pessoas e põe os ovos, não aprecia água suja.

É uma ajuda, talvez não muito significativa dentro do universo de reprodução do Aedes aegypti, mas, como se diz, é uma maneira de cada um fazer a sua parte.

Gente de fino trato pode botar na água das plantas um dose de vinagre balsâmico, um pouco de noz moscada ou de essências aromáticas que, certamente, produzirão o mesmo efeito: sujar a água e impedir que "a mosquita" ponha os ovos.

Uma colaboração inusitada é a da FCCC - Fundação Cacique Cobra Coral (ou CCCF - Cacique Cobra Coral Foundation). Em sua página de notícias, a FCCC informa:

O Dia - Coluna Lu Lacerda

Rio de Janeiro, 29 de abril de 2002

FCCC encerra Operação Dengue

A médium Adelaide Scritori, da Fundação Cacique Cobra Coral, que faz controles meteorológicos, concluiu sábado o que chamou de "Operação Dengue".

Através de um convênio da prefeitura carioca com a fundação, a missão da paranormal foi "suspender" as chuvas e manter as temperaturas acima dos 28 graus, em março e abril. Adelaide enviou um relatório sobre os trabalhos para César Maia e o ministro da saúde, Barjas Negri. O mundo precisa descobrir o poder de Adelaide.

Excelente! É cada uma fazendo a sua parte ;p)

 

Veja também:

Própolis contra a dengue

Vinagre contra dengue. Falso arquivo em .pps instala o cavalo de tróia W32/Banload. E.gen!Eldorado

Chá de cravo de defunto no combate à dengue

 

Veja mais sobre a dengue e o Aedes aegypti em:

Aedes Aegypti: QUEM ELE É?

Bióloga descobre: cafeína e borra de café são tiro e queda contra o mosquito da dengue

Cartilha de combate à dengue. (Texto satírico.)

Como prevenir e controlar a dengue

Cultivando suas plantas sem o mosquito da dengue

Dengue 3: Rio de Janeiro

O vetor do dengue

Perguntas mais frequentes (respondidas por Anthony Guimarães)

Pesquisas com Aedes

Programa Nacional de Controle da Dengue

(1) Saiba tudo sobre a dengue

Versão de março de 2007.

Assunto: En: Café, a nova arma ...( IMPORTANTÍSSIMO!!!)

Data: quarta-feira, 14 de março de 2007

Café, a nova arma contra o mosquito da dengue. MAS VCS SABEM PORQUE ISSO NÃO É DIVULGADO NÉ? AS PREFEITURAS ARRECADAM TODOS OS ANOS UMA POLPUDA VERBA EXTRA POR CONTA DO
MOSQUITINHO! !!

POR QUE ACABAR COM ELE!?!?!?

GENIAL E IMPORTANTE!! ! NÃO DEIXEM DE REPASSAR A TODOS!!! VERÃO E DENGUE ANDAM JUNTOS.

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto),durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.

O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, e a borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas tem custo zero.

O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal. Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça, proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.

Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento
da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.

Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos efeitos verificados
sobre a larva e o inseto adulto.

A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.

O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas, também na água dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus,garrafas, latas, caixas d'água etc.).

"A borra não precisa ser diluída em água para ser usada", diz a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la.

Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto. Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é o aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.

Que tal colaborarmos, repassando a msg e aplicando a borra de café???

 

Versão de 2002.

 

Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes Aegypti.

O mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias, etc.

Com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.

"A borra nem precisa ser diluída em água para ser usada", destaca a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos locais citados acima.


Guaranápróxima

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