|  | LendaVamos banir o Monóxido de Dihidrogênio! |
É tudo verdade!
Bem, quase tudo.
O monóxido de dihidrogênio - MDH, tanto no estado sólido, no estado líquido como no estado gasoso é capaz de causar sérias queimaduras na pele.
Usam-no como solvente industrial, em pesticidas e em usinas nucleares. É o componente de maior presença na chuva ácida e a sua inalação pode provocar danos irreversíveis aos pulmões. Provoca erosão na superfície terrestre e a oxidação de metais ferrosos. | |
O índice de contaminação por essa terrível substância é tal que, em certas pessoas e em alguns animais, a presença do MDH pode chegar a até 85% do seu peso. Como se isso não bastasse, há médicos que recomendam a ingestão diária de dois litros do MDH.
Apesar de todos esses perigos, o MDH vem sendo usado de forma intensa e indiscriminada em todas as partes da Terra ocasionando sérios riscos à sobrevivência e ao futuro da humanidade. Um dos principais indicadores de sua letalidade é o fato de inexistirem vestígios do MDH em outros corpos celestes onde não se encontram sinais de vida como a Lua, o planeta Marte e o Sol.
Como bem sabem os donos de Chevette, o MDH provoca falhas elétricas mesmo se apenas uma pequena quantidade dessa substância cair sobre as velas ou o distribuidor do carro.
Que substância é essa? 
ÁGUA
Monóxido de dihidrogênio é um dos nomes científicos da água, a prosaica água da torneira, a água de beber.
Em 1997, americano de 14 anos apresentou em classe trabalho escolar contendo uma série de males causados pelo MDH e perguntou à turma o que fazer quanto a essa terrível substância. A maioria deles sugeriu banir tal substância e apenas um dos colegas reconheceu o monóxido de dihidrogênio - MDH como água.
O fato é que muitas pessoas tendem a ficar impressionadas quando se lhes apresentam um nome científico ou aparentemente mais complicado, especialmente se esse nome estiver associado a algum mal à saúde ou dano à natureza. Por temor de passarem como ignorantes, aceitam passivamente qualquer coisa que lhe digam sobre a palavra.
Sobre esse tipo de aceitação passiva: havia um programa de rádio bastante engraçado (não me recordo qual a emissora). O apresentador saía às ruas e fazia perguntas sobre coisas sem pé nem cabeça. As respostas eram muito divertidas.
Me lembro de uma vez em que a pergunta era o que a pessoa achava do chá de cicuta. Uma senhora respondeu que achava muito bom, já havia usado com bons resultados na cura de uma doença e que um parente também havia sido curado. Algumas dos presentes à entrevista concordavam e reforçavam os argumentos da entrevistada.
De outra feita, a pergunta era sobre o efeito estufa e o seu uso no futebol. O entrevistado afirmou conhecer a tática e achava que o seu time iria se sagrar campeão graças a essa nova descoberta feita pelo técnico do clube.
Dois outros exemplos: as preocupações com o Lauril Sulfato de Sódio usado nos xampus e a prolifermilonema, substância inexistente supostamente usada por assaltantes disfarçados de hare krishnas.
Veja também: Lenda e pseudociência. A mensagem da água.
Os leitores comentam. Mensagem original.
Vamos banir o Monóxido de dihidrogênio!
O assassino invisível
O Monóxido de dihidrogênio não tem cor, cheiro ou sabor e mata milhares de pessoas todos os anos. A exposição prolongada a sua forma sólida causa danos severos aos tecidos. Sintomas da ingestão de monóxido de dihidrogênio incluem suor e urina excessivos, sensação de inchaço, náusea, vômito e desequilíbrio eletrolítico corpóreo.
O Monóxido de Dihidrogênio, também chamado de ácido hidroxílico, é o principal componente da chuva ácida.
- Contribui para o efeito estufa;
- Pode causar sérias queimaduras;
- Contribui para a erosão da nossa paisagem natural;
- Acelera a corrosão e enferrujamento de vários metais;
- Pode causar falhas elétricas e defeitos nos freios de automóveis;
- Foi encontrado em tumores de pacientes com cancer terminal;
A contaminação está atingindo proporções epidêmicas!
Grandes quantidades de monóxido de dihidrogênio foram encontradas em rios, lagos e reservatórios do Brasil. Mas a poluição é global, e o contaminante foi encontrado no gelo da Antarctica.
MDH causou danos da ordem de milhões de reais a propriedades em várias cidades brasileiras.
Apesar do perigo, Monóxido de Dihidrogênio é freqüentemente usado:
- como solvente industrial;
- em usinas nucleares;
- na produção de polímeros;
- como retardante de fogo;
- em várias formas de pesquisas cruéis em animais;
- em pesticidas. Mesmo lavando os alimentos, produtos continuam contaminados por esse químico;
- na maioria de junk foods;
- e outros alimentos.
Indústrias despejam MDH nos rios e oceanos, e nada pode ser feito contra essa prática, porque ela é legal!. O impacto na vida selvagem é extremo, não podemos continuar a ignorar essa situação!
O horror deve ser detido!
O governo brasileiro recusou a banir a produção, distribuição, ou uso desse químico prejudicial por causa de sua importância para a economia dessa nação.
De fato, organizações militares de vários países conduzem experimentos com MDH, e fazem uso de dispositivos caríssimos para controle e utilização do monóxido durante situações de Guerra. Equipes militares recebem toneladas de monóxido de dihidrogênio através de uma rede subterrânea de distribuição altamente sofisticada. Muitos estocam grandes quantidades para uso posterior. |
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