AssaltoDia de visita al congresso nacional daquele país de la América del Sur. Ao saírem, já na Plaza de los 4 Poderosos, um dos turistas diz ao guia: - Roubaram o meu relógio lá dentro. - Mas por que o senhor não me avisou na hora do assalto? - pergunta o guia. - É que ainda ficou algum dinheiro na minha carteira.
No fundo, no fundo... - Sabe por que deveriam enterrar os políticos numa cova de dez metros de profundidade? - ?! - É porque no fundo, no fundo todos eles são boa gente.
Assim também é de mais...
Em Brasília, o novo burocro-chefe (diretor, ministro, presidente... uma coisa dessas.) toma posse. Um dos seus subordinados, o doutor Affonso (ele faz questão dos dois efes e do "doutor"), fica revoltado com o excesso de trabalho e comenta com um amigo: - Esse novo diretor é fogo. Faz todo mundo lá no departamento trabalhar por quatro, sabe? Ainda bem que somos sessenta e três.
E daí? Pois foi num desses dias de sufoco que esse nosso amigo, o doutor Affonso, chegou um pouco mais tarde na repartição: já eram quase duas horas da tarde (o expediente começava à dez da manhã). O novo chefe chamou o doutor Affonso e passou-lhe uma bem merecida descompostura: - Desde as onze horas que estamos aqui e só agora é que o senhor aparece? - E daí? - perguntou o doutor Affonso ligeiramente ofendido. - Perdi alguma coisa interessante?
O bolso O deputado recém-eleito pediu ao melhor alfaiate da capital um terno novo para usar no dia da posse. No grande dia, o deputado foi vestir a roupa nova e notou que ela não tinha bolsos. Imediatamente ele telefonou para o alfaiate reclamando o defeito. - Peraí, doutor - disse o alfaiate. - O senhor já viu algum político com a mão em seu próprio bolso?
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