
Previsão do tempoSe você for visitar Brasília e quiser saber se está frio por lá basta olhar os telejornais, fotos dos jornais, TV Senado, essas coisas. Preste atenção nas mãos dos políticos. Se eles estiverem com as mãos nos próprios bolsos, aí tenha certeza de que tá frio pacas...
O Titanic E naquele grande, enorme e adormecido país sulamericano tem um ministro e um presidente que quase todo dia aparece nos telejornais oficiais pra dizer que está tudo bem, vivemos no melhor dos mundos e que o pior já passou. Contam que um parente do presidente estava no 'insubmergível' Titanic. Assim que o navio bateu no iceberg, ele gritou pra todo mundo: - Né nada não, pessoal. Tá tudo dominado. Apenas demos uma paradinha pra pegar um pouco de gelo.
Restaurante em Brasília O maitre pergunta aos clientes recém-chegados: - O que os senhores vão querer? - Robalo - diz um deles. - Furtos do mar - diz o outro.
Competente Político, em campanha eleitoral, tentando mostrar que é competente: - Eu sou um homem que se fez por si mesmo! E uma vozinha lá do fundo: - E quando é que vai terminar o serviço?
Dúvidas e certezas Todos sabem qual a mais antiga das profissões. E a segunda mais antiga das profissões? Não há dúvida de que é a política... Também não há dúvida de quem os políticos são filhos. Quem são os pais deles? Aí vêm as dúvidas.

| Enfim, só! |
Quando FHC despertou, naquela manhã, de um sono agitado descobriu que estava sozinho no palácio presidencial de Brasília. Não havia ajudantes de ordens nem de desordens. Não havia ministros, não havia cozinheiros. Nem contínuos, nem aspones. Nem mesmo seus mais fiéis assessores e ministros muito próximos ele encontrou no palácio. Não havia ninguém. Nem o motorista. Aí ele pegou o carro presidencial, que por lá chamam de viatura presidencial e saiu para dar uma volta pela cidade para ver se encontrava alguém, perguntar o que é que havia acontecido. Mas a cidade estava deserta. Não havia ninguém nas elegantes avenidas de Brasília e ele voltou para o palácio muito preocupado. Daí a pouco, o telefone tocou. Era dona Rute.
Fernando? falou dona Rute. É você? Sim, sou eu mesmo. Mas o que é que está havendo? Não tem ninguém aqui em Brasília? O que houve? Assim, não pode. Assim, não dá! É claro que não tem ninguém aí em Brasília. Nem em Brasília nem no resto do país, Fernando. Você não se lembra de seu discurso de ontem à noite na televisão? Você se descontrolou e disse que quem não estivesse satisfeito com o seu governo que fosse embora, que mudasse de país. Eu??? Falei isso?! E agora?... Então ficamos só nós dois aqui no Brasil? Nós dois, coisa nenhuma. Estou te telefonando de Paris.
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