O primeiro afirma ser verdadeiro o uso de preservativos reciclados, o termo reciclado significando a sua re-utilização após o uso normal a que é destinado. No entanto, faz uma ressalva: é possível, também, que os preservativos não aprovados nos testes de qualidade da fábrica sejam vendidos para empresas de fabricação de elásticos para cabelo.
Caso efetivamente haja recuperação após o seu devido uso, diz a página, não há dúvida de que isso pode ocasionar sério risco para a saúde.
Já o segundo, Urbanlegends.com, parte do pressuposto da impossibilidade de se coletar preservativos já devidamente utilizados e, a partir deles, serem confeccionados os elásticos. Considera mais plausível os fabricantes de preservativos venderem, às empresas que fabricam os elásticos, as peças não aprovadas no controle de qualidade.
Apesar desse alerta circular desde 2007, somente agora, no meado de 2009, ele chegou ao Brasil. Mas história vem desde 2002.
Segundo o jornal Shanghai Star, em 2002, mulher de nome Yu descobriu que o elástico que ela usava no cabelo havia sido confeccionado com preservativo. Após investigações, autoridades sanitárias concluíram que os elásticos haviam sido confeccionados com preservativos não considerados, pelo fabricante, como dentro dos padrões de qualidade da empresa. Não haviam, portanto, sido usados.
Conclusão: é improvável que TODOS os elásticos sejam fabricados com preservativos, sejam eles os reprovados no controle de qualidade ou os coletados no lixo.
Tratando-se o elástico de produto de baixo preço, vendido aos milhares e para cuja fabricação não se exige alta tecnologia, existem milhares de empresas desse ramo em todo o mundo, inclusive na China e no Brasil.
Mais uma vez, é improvável que todas essas empresas utilizem rejeitos industriais ou peças já devidamente usadas para confeccionar os elásticos. Se isso acontecesse - o uso de rejeitos - seria enorme a sua quantidade, o que inviabilizaria qualquer empreendimento.
Por outro lado, o custo de catar nos lixões ou lixeiras e remover pelo menos a parte mais visível da sujeira de cada um dos milhares ou milhões de preservativos iria acarretar despesas consideráveis, incompatíveis com o preço dos elásticos postos à venda para o consumidor final.
Para finalizar: dê preferência aos produtos fabricados no Brasil e ao comprar elástico para o cabelo verifique se dá para ver o recheio dele.
A propósito: você usaria um chapéu como esse aí?

Sent: Wednesday, July 15, 2009 11:28 AM Subject: SAÚDE: Elásticos para o cabelo - AVISO importante! IMPORTANTE!... Não deixem de ver as 4 fotos! São produtos que compramos para nós próprias, para nossas filhas, netas, sobrinhas, irmãs... Incrível o que fazem os chineses para vender seus produtos em nossos paises, e que põe em risco a nossa saúde! EVITEM comprar este tipo de elásticos para o cabelo, pois estão feitos de PRESERVATIVOS usados, e segundo os chineses, estão limpos e desinfectados, mas não é 100% seguro. E nós, mulheres, temos a mania de segurá-los na boca enquanto penteamos o cabelo das nossas filhas, e este tipo de elásticos podem ter sido feitos de preservativos usados que podem ter sido usados por pessoas com HIV/SIDA, ou outro tipo de doenças de índole sexual. Ao que parece este tipo de elásticos vem da China e são vendidos em mercados ou lojas dos chineses e que dizem leve 3 pague 2. De acordo com o governo dos E.U.A. e Espanha, reciclar preservativos é ilegal! Recordem tambem, que a China tem sido palco de diversos escândalos de índole sanitária: leite BB contaminado, os ovos, a carne, os brinquedos da MATEL cuja pintura trazia quantidades enormes de chumbo, etc... Lamentávelmente nem sempre os produtos são controlados pela inspecção sanitária, pois muita mercadoria é contrabandeada para nossos países. PORTANTO, ATENÇÃO: Antes de comprar elásticos, certifiquem-se que estes ao serem esticados o elástico interior seja branco, ou, para nossa segurança, sejam completamente de algodão. 



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